Pois então é que serão verdadeiros monges, se viverem do trabalho de suas mãos, como os nossos pais e os Apóstolos.Mas tudo se faça com peso e medida, em atenção aos fracos.

RB 48,8-9

Assim como a lectio divina, o trabalho manual também é uma dimensão essencial para a vida do monge.

O trabalho oferece-nos a oportunidade de participar na obra divina da criação e da redenção e de seguir os passos de Cristo: goza sempre de particular estima na tradição cisterciense. Este trabalho, árduo e redentor, fornece sustento para nós e para os outros, especialmente os pobres, e expressa solidariedade para com todos os trabalhadores. (cf. Cst 33)

No mosteiro, descobrimos que o trabalho é uma dimensão promotora da dignidade humana, é lugar de sã fadiga, de engenhosidade trabalhadora, é escola de colaboração e de responsabilidade, de fraternidade concretamente expressa.


O nosso é um trabalho simples e artesanal, ligado à terra e aos seus produtos, feito inteiramente pelas irmãs que vivem na clausura monástica. A comunidade vive do seu trabalho e, a convite de São Bento, com ele procura também sustentar os pobres que tantas vezes batem às portas do mosteiro (“Soccorrer os pobres” RB 4:14).

O trabalho é uma escola de serviço, de obediência à realidade, mas também favorece a criatividade e valoriza as forças vivas e os dons de cada irmã. Produzimos bolos, rosários e livretos. Plantámos uma amendoeira que, no futuro, servirá para fazer os nossos bolos de amêndoa. De momento, compramos a matéria-prima na região transmontana. Temos também um pomar, com uma grande variedade de árvores de fruto, para as necessidades da comunidade e dos hóspedes.

Neste momento, o nosso esforço de trabalho está também orientado para a construção do edifício do mosteiro. Fazemo-lo também graças à laboriosidade da nossa Casa Mãe (Vitorchiano), e com a ajuda de muitos amigos e benfeitores que, connosco, acreditam nesta obra.

Os nossos produtos

que encontrará na loja do Mosteiro

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